Federação Gaúcha usa o marketing e acerta com Recopa

Chamada para o jogo amistoso: FGF criou evento atrativo

Poderia ser só mais um amistoso de pré-temporada no Brasil, algo que vem ganhando força desde o ano passado. Mas a Federação Gaúcha de Futebol foi inteligente e transformou o jogo entre Pelotas e Internacional em um evento, com a criação da Recopa Gaúcha. Nela, o campeão da Supercopa Gaúcha – outra pedida interessante para o calendário – contra o campeão estadual. Uma partida numa segunda-feira, que poderia ser até de portões fechados, com técnicos fazendo várias experiências (o que aliás deve ser feito mesmo assim, especialmente por Abel Braga) tornou-se um evento chamativo.

Apenas o rótulo de “Recopa” e um show no estádio, além, é claro da realização na casa do clube menor, o Pelotas. A cidade terá a chance de ver o seu time contra um dos grandes do Brasil – e valendo taça. Parece bobagem, mas não é.

Federações precisam criar soluções para movimentar seus estados. As poucas boas ideias que aparecem, infelizmente, não perduram. É mais fácil organizar um evento de porte com um gigante como o Inter envolvido, mas soluções como essa podem ser adotadas mesmo sem esse atrativo. Era o caso da interessante e extinta Recopa Sul-Brasileira. Estudos provam que, sim, o brasileiro gosta de ver os grandes jogos dos grandes clubes, mas apoiam os clubes menores da cidade quando envolvidos em disputas locais (o velho cidade contra cidade) ou em jogos interessantes como essa Recopa. É o caso de um Bra-Pel, um Come-Fogo, um Clássico do Café, exemplos de jogos com bom público.

A FGF já havia inovado com as Copas Regionais do segundo semestre de 2013, quando o Estado foi dividido em quatro micro-regiões e os clubes tiveram calendário para se manterem ativos. Significou que equipes como Cerâmica e Novo Hamburgo tiveram como manter seus funcionários empregados por mais tempo. E que Grêmio e Inter puderam usar seus times de base para dar experiência aos garotos. O Inter chegou até a decisão da Supercopa, mas perdeu para o Pelotas, que venceu a região Sul-Fronteira.

Pode ser que na próxima temporada nem Inter, nem Grêmio, estejam na final. Pouco importa, se a FGF ou os clubes souberem vender seus jogos da mesma forma. Como faz o Grêmio, com a “Pré-temporada Topper Grêmio“, sessão de treinos patrocinada. E mesmo sem a dupla, que o evento seja bem planejado como esse entre Pelotas e Inter. Um bom exemplo.

Fenômeno Alex internacionaliza o Coritiba

Imagine o amigo leitor a seguinte situação: Zico é na verdade Zeki, nome turco que significa “astuto, inteligente”. Revelado no Trabzonspor, Zeki chega ao Fla e faz tudo o que fez com a camisa flamenguista. Depois, retorna ao país de origem, para jogar pelo clube de coração, deixando a mesma legião de fãs que até hoje comemoram o “natal” no dia 2 de março. Imaginou?

Pois em termos relativos é o que acontece com Alex no Coritiba. Loucos por futebol, os torcedores do Fenerbahçe – que disputam o posto de maior torcida da Turquia com o Galatasaray – seguem acompanhando (e consumindo) Alex na volta dele ao Brasil, a ponto do Coritiba planejar um modelo de associação a ser lançado no exterior nos próximos 30 dias, para faturar com a paixão turca.

Alex tem estátua e causou comoção na saída de Istambul. Seis vezes campeão nacional pelo Fener e segundo maior artilheiro do clube, deixou “órfãos” no país. Agora, distantes do ídolo, fazem o possível para ficar mais perto. A LigTV, canal esportivo turco, transmitu quatro dos cinco jogos do Coxa no Brasileiro ao vivo; para se ter uma ideia, no Brasil, o clube teve um jogo exibido em TV aberta e outro em TV fechada como exposição “livre” – todos os jogos passam no sistema PPV. Mas esse não é o único, nem o mais importante, sinal de prestígio do Coritiba na Turquia.

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Alex recebe equipe do "Survivor": prêmio de reality show

A imagem acima mostra Alex recebendo a equipe do programa “Survivor”, da StarTV, em sua casa em Curitiba. O reality show isola sete participantes numa ilha e os coloca nos mais diversos desafios, parecidos com o extinto “No Limite” da TV Globo. Os finalistas tinham como um dos prêmios uma viagem ao Brasil para conhecer pessoalmente Alex.

O fenômeno de mídia turco faz com que o Coritiba ganhe na carona do seu camisa 10. Nas arquibancadas do Estádio Şükrü Saraçoğlu, casa do Fener, já se vêem camisas e faixas com o símbolo do clube brasileiro:

O site oficial do Fenerbahçe há muito já tem tradução para o português, dada a grande procura de coxas, palmeirenses e cruzeirenses pelas notícias de Alex; agora o inverso deve acontecer. O Coritiba ainda não colocou o seu site em turco, mas tem na sua página oficial no Facebook um registro de audiência altíssimo na Turquia, por vezes, maior até que no Brasil, conforme a notícia. E lançará nos próximos trinta dias um plano de sócios voltado ao público turco.

“O sócio turco terá duas modalidades: o Classic, que pagará 9,90 euros/mês, com todos os benefícios de qualquer outro sócio de R$ 9,90, mas com o benefício de ver 4 jogos no ano sem pagar entrada. Se ficar por um ano, recebe ainda um DVD; e o Premium a 19,90 euros. E se permanecer assim por 12 meses ou se pagar a vista recebe os mesmos produtos e mais uma camisa oficial autografada pelo Alex”, explica Paulo Cesar Verardi, diretor de marketing do alviverde, que completa: “Os 100 primeiros vão receber a camisa autografada pelo Alex. E depois estenderemos a outros países.”

Há alguns meses um torcedor turco adquiriu de uma só vez, em visita ao Brasil, 80 camisas do Coritiba. A encomenda continha até o nome do primeiro ministro turco, Recep Tayyip Erdogan. Cada camisa custa em média 180 reais. O Coxa até pensou em distribuir o material diretamente na Turquia, mas esbarrou no atendimento de seu fornecedor de material esportivo, a Netshoes, que faz a relação com a Nike. Verardi, que tem um largo histórico no Grêmio e também foi do marketing do rival Atlético, admite que nunca viu nada igual com um jogador no exterior. No entanto, é cauteloso ao falar da expansão do clube fora do País. “Mais importante que isso, é o que ele representa no mercado brasileiro. Antes da Turquia está o mercado brasileiro, a torcida do Coritiba, com poderio financeiro.”

Não é o que pensa Alev Aydin, uma fanática torcedora do Fenerbahçe de 34 anos. Alev tem tudo o que se refere a Alex: camisas, cachecóis e até o quarto todo decorado nas cores do clube, com a foto do ídolo. “Ele é uma lenda”, conta, descrevendo seu sentimento como a “de um irmão que mora longe”. Alev ficou tão triste com a saída de Alex do Fenerbahçe que pediu demissão e passou quatro meses em casa, sem falar muito. E já se sente tão coxa-branca como qualquer polaco nascido na Barreirinha. “Estou animada em ser a primeira a participar”, disse, anunciando que irá conhecer Curitiba em setembro. “Pra mim, o Coritiba já é mais forte, pois pode contar com os milhões de torcedores do Fenerbahçe também.”

*Colaborou o leitor Itamar Rocha

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Sem refresco para Mourinho

Divertida a ação de marketing dos refrigerantes Pepsi em Buenos Aires, durante uma palestra do novo técnico do Bayern de Munique, o ex-barcelonista Pep Guardiola.

Usando da ironia e do trocadilho com o apelido de Josep, a marca provocou a rivalidade entre os treinadores, que durante três anos rivalizaram-se no duelo eterno entre Barcelona e Real Madrid. Veja um dos anúncios:

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Mourinho deve trocar o Real pelo Chelsea ao final da temporada, embora ainda negue os rumores. Já Guardiola terá a responsabilidade de, no mínimo, manter o alto nível apresentado pelo Bayern nas últimas quatro temporadas, quando chegou a três finais de Liga dos Campeões (incluindo 2012/13).

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Coritiba disputa prêmio mundial de marketing nesta quinta

O Coritiba pode receber nessa quinta um prêmio internacional pela campanha de marketing “O mais vitorioso do Mundo” (clique para conhecer a campanha), que valorizou o feito das 24 vitórias consecutivas em 2011, recorde mundial registrado no Guiness Book of Records e deu o pontapé para uma campanha de associação ao clube, que chegou a ter 30 mil sócios no auge.

O Football Business Awards, promovido pela primeira vez neste ano pelo Chelsea, reconheceu o Coxa como um dos clubes com mais sucesso em estratégia envolvendo venda de entradas e mídia externa no Mundo, categorizando o clube brasileiro na série “Overseas” (além-mar), concorrendo com os não-ingleses Zenit (Rússia), Club Brugge (Bélgica), Internazionale (Itália) e Colorado Rapids (EUA).

O blog foi atrás dos concorrentes do Coxa e apresenta duas das campanhas abaixo.

Colorado Rapids – #OneClub

Os Rapids, dos EUA, lançaram uma campanha em que os compradores dos season tickets ganhavam o direito de colocar o nome na camisa do clube.

“É uma única e especial oportunidade de ter nossos leais torcedores no gramado com nossos jogadores por toda a temporada”, explicou no lançamento da campanha o presidente dos Rapids, Tim Hinchey.

A camisa do Colorado Rapids, com os nomes dos torcedores

Zenit St. Petersburg – Ação no metrô e nas ruas

O Zenit, que hoje conta com o brasileiro Hulk, lançou uma campanha com posteres nas ruas e nas estações de metro de São Petersburgo, segunda maior cidade da Rússia.

A campanha convocava os torcedores a se juntar a força do Zenit nos jogos do clube. Veja um dos posteres e o vídeo (em russo), clicando na imagem:

Zenit pediu apoio aos torcedores valorizando a força conjunta à torcida

Inter de Milão e Club Brugge não disponibilizaram em seus websites a campanha com a qual concorrem.

O resultado será conhecido na noite desta quinta-feira, em Londres.

 

Abrindo o Jogo – Coluna no Jornal Metro Curitiba de 26/09/2012

Coluna que aborda temas esportivos, em especial os voltados ao Paraná; veiculada semanalmente no Jornal Metro Curitiba

Passo à frente ou populismo?

Oportunismo eleitoral ou não – a descobrir – uma vereadora, candidata à reeleição, reivindicou formalmente junto a diversos políticos (incluindo a presidente Dilma) a inclusão de Curitiba nas sedes do torneio pré-olímpico de futebol de 2016. Politicagem a parte, a ideia deve ser levada a sério pela cidade. A Olimpíada será um evento nacional, embora os holofotes apontem o Rio. Mais do que receber jogos de futebol, Curitiba deve propor-se a ser cidade hospedeira (host) de delegações, envolvendo não só o futebol, mas clubes que possam ser CTs para tênis, basquete, atletismo, etc. A iniciativa já merece nota, mas a execução é o que interessará de fato. Aguardemos.

Patrocínio x burocracia

O Paraná Clube confirmou prospecção junto à Caixa Econômica Federal para estampar a marca do banco na camisa do clube – valores não divulgados. No entanto, a negociação está parada há meses: devedor no INSS, o Tricolor não pode ter apoio estatal enquanto tiver dívida com a União. Por essa razão, a Petrobrás deixou o Flamengo tempos atrás. “Gostaria de dar uma previsão, mas não é possível. Está no nosso jurídico”, me disse Vladimir Carvalho, diretor de marketing tricolor.

Prospecção

Por falar em patrocínios, o Coritiba realiza hoje um evento em São Paulo, reunindo 20 agências de publicidade, para apresentar o projeto do clube ao mercado paulista e buscar apoio de grandes anunciantes nacionais.

Prioridades

O Cianorte perdeu a vaga na Série C em casa, nos pênaltis, para o Mogi Mirim-SP, depois de ter vencido por 2-1 fora. Um dos mais interessados na conquista, o presidente da FPF, não esteve no Albino Turbay. Em campanha política para ser vereador em Curitiba, não viu de perto o futebol paranaense deixar de ter quatro vagas garantidas em campeonatos nacionais. O vice, Amilton Stival, fez às vezes (novamente) da presidência. Em tempo: nenhum deles bate pênalti. Mas dão segurança a quem o faz.

Pouco sobre futebol?

A coluna tem batido na tecla da gestão e visão futura. É de boas gestões que os craques aparecem no gramado. Mas, de olho nas hipóteses de o Estado ter dois clubes na Série A 2013 (ou três na B) refleti desempenho no campo e tabelas. O Coxa preocupa. Pega rivais diretos fora de casa e tem uma reta final com seis equipes entre Libertadores e título. Mas, mais que isso, não joga bem longe do Couto. Já o Atlético mostra evolução, mas decidirá a vaga longe de Curitiba. Numa Série B de raros tropeços, pega São Caetano, Vitória e Criciúma fora. Ambos precisarão buscar pontos na casa dos adversários. O processo é mental, já que a técnica não pode mais ser melhorada.

Abrindo o Jogo Entrevista: Mauro Holzmann

Mais uma da série Abrindo o Jogo Entrevista, desta vez com o diretor de comunicação e marketing do Atlético, Mauro Holzmann.

Em um bate-papo franco, Holzmann criticou a postura da cidade quanto à Copa 2014, detalhou alguns projetos do Atlético, afirmou que o clube ainda tenta mandar jogos em Curitiba na Série B nacional e falou sobre os “tuitaços” de Mário Celso Petraglia: “O presidente é emocional, é um fanático como muitos outros.”

Assista e comente!

Outras Entrevistas da Série:

Vilson Ribeiro de Andrade (Coritiba) – Clique para ver

Vladimir Carvalho (Paraná) – Clique para ver

 

Rápidas e precisas

Atletiba: arbitragem de fora praticamente descartada

As pretensões do Atlético em trazer árbitros de fora para os dois clássicos finais do Paranaense 2012 devem dar em nada. O Furacão terá que travar uma queda de braço com a FPF e o Coritiba, já publicamente contrários a posição rubro-negra. Além disso, informações de bastidores já dão conta de que Héber Roberto Lopes e Evandro Rogério Roman irão apitar, cada um, uma das partidas – muito embora isso tenha de ser definido por sorteio.

Foi o que cravou o ex-árbitro Valdir de Córdova Bicudo na sua coluna no site Paraná Online na última terça-feira: “Segundo fui informado, foram “preservados” do clássico Atletiba do último domingo, para serem utilizados nos dois jogos decisivos envolvendo, Coritiba x Atlético/PR.”

Conversei com Vilson Ribeiro de Andrade sobre o assunto. Ele foi taxativo: “Isso é uma besteira. O Coritiba é contra e não vai aceitar. É um desprestigio com o futebol paranaense. Algumas das reclamações podem ser verdadeiras, mas a maior parte é invenção dos atleticanos. E eu vejo campeonato Paulista, Carioca, e a arbitragem deles, é tudo meio igual aqui.” Vilson ainda me disse que o Coritiba vetará e brigará para que os árbitros locais estejam na decisão, caso o pedido atleticano seja levado adiante.

Mário Celso Petraglia não concedeu entrevista, mas conversei com um conselheiro do clube que ouviu de Petraglia que já ouve um pedido oficial por árbitros de fora e que o mandatário atleticano está revoltado com a qualidade do apito local. Petraglia teria até bradado para o conselho, em tom jocoso, que “se for para sermos roubados, que seja por um desconhecido.”

Já a FPF demonstrou que não tem a menor disposição em chamar árbitros de outras federações para a decisão estadual. Amilton Stival, vice-presidente, comentou o pedido do Atlético: “Eles tem o direito de solicitar. Atender é outra situação.” Para Stival, não há porque mudar na decisão. “Eu não concordo com isso. Se eles [árbitros] serviram pra apitar 22 rodadas, porque agora trocar? Nós vamos dar crédito pros nossos árbitros. Somos formadores e acreditamos neles.

Questionei Stival se ele concorda que houve muitos erros ao longo do campeonato e que a imagem dos juízes paranaenses estaria desgastada. A resposta: “Eu não posso dizer que dá pra brigar com a máquina chamada TV. A pessoa para o lance, dá slow motion, etc. O árbitro é um ser humano que tem que decidir na hora. As vezes os críticos vêem 10x pra opiniar e o arbitro decide em um segundo. Aí ficam, ‘tava com o biquinho da chuteira impedido!’ Isso não tem, as vezes é tão rápido e o olho humano não é máquina.”

Opinião

Particularmente, independente das posições dos clubes, entendo que seria uma boa ideia trazer árbitros de fora para apitar. É inegável que o campeonato teve muita polêmica no apito e que, cobrança feita não hoje ou apenas ontem, mas ao longo de todo o campeonato, a arbitragem local deve ser reciclada.

Mas mais do que isso, basta ver quais são os principais nomes. Heber Roberto Lopes entra pressionado pelo Atlético, com forte – e pública – rejeição da diretoria e torcida do clube; Evandro Rogério Roman tem se dedicado mais à Secretaria Estadual de Esportes e, no jogo mais importante que apitou, errou três vezes, duas contra o Tubarão e uma contra o Coxa em Coritiba 1-0 Londrina. Está visivelmente sem ritmo. Adriano Milczevicz tem rejeição da torcida alviverde, Antônio Denival de Moraes foi questionado quando apitou o último Atletiba e os demais são muito crus.

Um Paulo César de Oliveira resolveria a parada e deixaria os times prontos para falar só em futebol. Tira a pressão antes do jogo.

Chico coxa-branca?

A montagem acima pode acontecer em julho. Trabalhei em Paraná 1-2 Palmeiras pela Rádio Jovem Pan SP e, conversando com os colegas de lá, o Palmeiras dá como certa a vinda do volante, ex-Atlético, ao Coritiba. Conversei com Vilson Ribeiro de Andrade sobre a chegada do volante:

“O Chico termina contrato no final do ano [na verdade, Janeiro/2013] com o Palmeiras e vai ficar livre pra assinar pré-contrato. Me parece que o Palmeiras não o quer mais, mas entre o Coritiba e ele não há nada ainda”

– Mas não vai ser surpresa se ele chegar aqui em julho?

“Não.”

Pra bom entendedor…

Enfim, caso Chico assine com o Coritiba, entra pra história dos dois clubes como mais um “vira-casaca”. O último deu certo no Coxa: Marcos Aurélio.

Você, coxa-branca, vê a negociação com restrições por ser um ex-atleticano? Você, atleticano, sente-se como com a possível ida de Chico ao Coxa? Responda nos comentários. Eis Chico com a rubro-negra:

Paraná: novo esquema comercial

O Paraná Clube mudou a estratégia de marketing para explorar os espaços na Vila Capanema e na camisa tricolor. O clube montou três representações comerciais, no Rio, São Paulo e Brasília, para buscar patrocinadores. O patrocínio para dois jogos da papelaria Kalunga, estimado em cerca de R$ 80 mil, já veio desta forma, costurado pelo diretor geral da rede de rádios Transamérica, Guilherme Albuquerque, paranista e representante em SP.