Tetras ou Trétis?

Edigar Junio e Zezinho colocaram em xeque a supremacia do Coxa (Foto: AI CAP)

O Atlético venceu o Atletiba 354 por 3-1, com seu time Sub-23 e garantiu: haverá final no Paranaense 2013. Na mesma tarde, o Londrina fez 3-0 no J. Malucelli e segue vivo na competição.

Os meninos do Furacão confirmaram a ótima fase e estão próximos de serem a grande surpresa do primeiro semestre no Brasil. Com a diretoria atleticana investindo numa pré-temporada longa para o elenco que irá disputar o Brasileirão – e também por razões políticas – o elenco jovem do Rubro-Negro surpreendeu o tarimbado time de Alex e só depende de si para chegar à decisão; para o Coxa, uma sinuca de bico: pega justamente o Londrina na última rodada do 2o turno. Se vencer, garante a decisão contra um rival que, se tem camisa, é franco-atirador; se perder, e contar com um tropeço do Furacão com o bom Operário (ainda na luta por uma vaga na Série D), pega o LEC na decisão tendo que encarar o terreno hostil do Café na finalíssima.

Londrina levou 15 mil pessoasno 3-0 sobre J. Malucelli (Foto: Tatiene Geremias/Twitter)

Seja como for, o campeonato paranaense poderá ter um tetra-campeão. Ou o Trétis campeão – no apelido popular do Furacão.

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Se o Coritiba for o campeão estadual, será tetra em sequência, o que não acontece desde os anos 70, quando foi hexa. Se o vice for o Atlético, será outro tetra – só que vice. O Furacão perdeu os últimos três estaduais para o rival.

Se o Londrina for o campeão, será tetra na soma dos títulos da sua história. Campeão em 1962 (Coritiba vice), 1981 (Grêmio Maringá) e 1992 (União Bandeirante) o Tubarão pode dizer que é tetra – como o Brasil fez em 1994.

Se for o Trétis, será uma incorreção linguística. E será também uma volta por cima do contestado elenco Sub-23 atleticano, que faz um segundo turno brilhante e já tem o que comemorar. A diretoria do Atlético já pode dizer que 50% do projeto de 2013 deu certo, com a revelação de jogadores; os outros 50% dependem do sucesso do elenco principal.

Seja como for, ao vencer o Atletiba 354, Mário Celso Petraglia já pôs uma pulguinha na orelha de todos que acompanham o Campeonato Paranaense.

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Todos atrás do Coxa – Guia do 2o turno do Paranaense

O Coritiba já cumpriu 50% da tarefa para conquistar o tetracampeonato estadual. Venceu o primeiro turno e, debates acalorados a parte, manteve-se invicto e garantiu-se na decisão com quatro pontos a mais que o Londrina, vice-líder. O Tubarão vai ter que deixar as queixas de lado a partir de agora: se não garantiu vaga na final, está perto de conquistar vaga na Série D e na Copa do Brasil. O Paraná foi até onde deu, brigando para ficar com o turno; os demais, foram figurantes.

Assim sendo, o que esperar do 2o turno? Haverá final?

O blog analisa o que foi, relembrando a análise anterior e o comparativo do que será daqui pra frente.

Coritiba

O Coxa confirmou o que foi afirmado na previsão do 1o turno:  “é, como há muito não se via, favorito disparado e aberto para a conquista.” O fez sem sustos, mas com cobranças. Com 8 vitórias e 3 empates, teve como trunfo a defesa – levou apenas 4 gols – e não o ataque que se desenhava poderoso, com Alex, Rafinha e Deivid. O grande momento foi o 7-0 no Rio Branco. Ainda assim, ficou atrás do Londrina neste quesito. O único, aliás, em que não é o melhor na competição.  “Passamos o primeiro turno ajustando a defesa, agora temos a obrigação de jogar mais”, reconheceu o técnico Marquinhos Santos, em entrevista à Rádio 98.

Repetir o 1o turno pode ser pouco pelas expectativas criadas, mas é o suficiente para ficar com a taça. Abre o 2o turno como favorito a antecipar a conquista sem a necessidade de final – terá 8 dos 11 jogos em Curitiba para confirmar isso.

Paraná Clube

Paraná mostrou brio e alguma técnica; pra título, foi pouco

“A condição de azarão cai bem ao Paraná, que se refaz aos poucos”, escrevi antes do primeiro turno. Mantenho: o Paraná corre por fora no Estadual. Mas já mostrou que tem potencial para mais. A foto acima causa arrepios nos tricolores: o jogo contra o J. Malucelli foi polêmico (segue rendendo) e poderia, naquele momento, ter mantido o time na briga pela 1o turno. No entanto, com 5 empates em 11 jogos, mostrou irregularidade. Como quando vencia o Arapongas em casa por 2-0 e viu a asa-negra empatar o jogo, por pouco não virando o placar.

Para o 2o turno, pouco muda: a entrada de JJ Morales deu ânimo novo ao Tricolor, que tem uma defesa interessante e um entrosamento vindo da manutenção de Toninho Cecílio. Se o técnico (que está cotado no Criciúma) ficar, dá pra sonhar. E dá pra brigar pelo acesso na Série B nacional.

Atlético:

Douglas Coutinho, uma das poucas boas novas do Atlético no PR13

O torcedor atleticano deve esquecer a conquista do campeonato estadual. O mantra da diretoria pegou em boa parte da massa: “privilegiar a pré-temporada para colher no Brasileiro em detrimento ao Estadual”, como detalhado no guia do primeiro turno. Uma pré-temporada inédita, com quatro meses sem jogos oficiais – luxo que nem o Barcelona tem, mas esse é outro papo. Para o Paranaense, seguirá o time Sub-23 que foi abaixo da crítica no primeiro turno, amargando um quinto lugar. Seja por questões políticas, seja sob a justificativa de privilegiar o Brasileirão e a Copa do Brasil (a revelia de parte dos jogadores e comissão técnica), o Atlético não quer disputar o Estadual com o time principal.

O elenco S-23, no entanto, apresentou três boas surpresas: Hernani, Douglas Coutinho e Júnior de Barros. Foram as novidades que se salvaram em um time que, já se anunciou, seguirá trabalhando em 2013 em torneios internacionais e que em 2014 deve se manter disputando o Paranaense. Caminho aberto para os rivais serem hegemônicos no Estado – aposta, por outro lado, em um dezembro nacionalmente mais feliz. É esperar pra ver.

Londrina:

Celsinho está realmente aproveitando a chance

O LEC confirmou: “depois de muito tempo, aponta como um dos postulantes ao título estadual (ou ao menos a uma boa campanha)”. Danilo, Dirceu, Germano, Celsinho e Neílson formam a espinha do principal obstáculo do Coxa na luta pelo tetra. O Londrina foi bem dentro e fora do Café. Teve o melhor ataque (25 x 23 do Coritiba) e a segunda melhor defesa. No entanto, no segundo turno, fará apenas 5 jogos em casa – isso se não pegar nenhuma suspensão pelos eventos na última rodada do turno.

O Londrina já pode dizer que o Estadual foi bom. Se não for um desastre no 2o turno, vai confirmar as vagas na Copa do Brasil e na Série B; retomou o orgulho ao levar 30 mil pessoas no jogo contra o Coritiba; e, mesmo timidamente, pode dizer que brigará pela taça, após 21 anos.

Os demais:

Na categoria “correm por fora”, indiquei 3 clubes que não cumpriram a previsão. O Operário está muito mais próximo de brigar para não cair do que pelo título ou vagas; viveu uma relação bipolar com Lio Evaristo, que pediu demissão, voltou atrás e acabou saindo no final do turno, para chegada de Paulo Turra, que deixou o Cianorte, outra decepção. O Leão ainda reagiu no fim e jogou o Rio Branco na área de rebaixamento. No segundo turno, deve melhorar, mas não brigar em cima. Assim como o Arapongas, que até anunciou que irá parar as atividades ao final do campeonato.

Entre os figurantes, o  J. Malucelli surpreendeu, mas não deveria: é um clube organizado que mantém tudo em dia e dá uma estrutura aos jogadores, ainda que simples. Deve seguir em cima. Toledo e ACP ficaram e ficarão no meio da tabela. Drama vive o Rio Branco, que levou as duas piores goleadas da competição e terá a missão de ser melhor que os rivais que encerraram do 5o (Atlético, 14 pontos) ao seu 11o lugar, com 10 pontos. O Nacional, que em 2012 foi vice da segundona local subindo com o Paraná, já pode planejar a disputa da divisão inferior. Com 1 ponto em todo o turno, precisa de um milagre para escapar – algo como ganhar o 2o turno.

Londrina x Coritiba: rivalidade e boas histórias desde 1959

Eu era pequeno ainda quando entendi a rivalidade que existe entre Londrina e Curitiba no Paraná. Em uma época de férias, nos já distantes anos 80, estava na terra do Café quando me perguntaram de onde eu vinha, na companhia de uma prima do meu pai. “Da capital”, disse, curitibaninho da gema – mas com 8 anos de criação no norte do Paraná. “De São Paulo?”, me questionaram de novo.

O episódio faz tempo e nunca diminuiu o carinho que sempre tive por Londrina e região – afinal, se nasci em Curitiba, tenho pais “pés-vermelhos”. Mas reforçou um sentimento de paranismo que será exaltado como há tempos não se vê nesse domingo, quando a Capital do Café receberá a última rodada do 1o turno do Paranaense, vestida de decisão para coxas e alvicelestes. Não vai ser a primeira entre os clubes, que desde o ano passado têm, ao menos do lado do Tubarão, ainda mais exacerbada a rivalidade.

Coxa, de Carazai, Ivo e Miltinho, venceu a primeira final contra o LEC em 1959

A primeira aconteceu em 1959. O Coritiba venceu a Série Sul e o Londrina, então de Futebol e Regatas, venceu a Série Norte. Foram dois jogos entre as duas equipes – e deu Coxa duas vezes: 3-0 em Curitiba e 2-1 em Londrina. O Coxa seria bicampeão em 1960; o troco alviceleste viria dois anos depois.

O Londrina de 1962, com Gauchinho em campo, vencedor da segunda decisão entre os clubes

Novamente Londrina e Coritiba se encontraram numa final, desta vez em 1962. Era o segundo dos 4 anos em que os clubes do interior levariam a melhor sobre os da capital (Comercial de Cornélio em 61 e Grêmio Maringá em 63-64). Gauchinho, maior artilheiro do LEC com 217 gols, comandou o time em duas vitórias por 4-2, em Londrina e Curitiba. Era a primeira taça do Tubarão.

  • Folclore

Em 1972, o Coxa vivia o segundo ano de sua maior série vitoriosa (hexacampeão) enquanto o Tubarão andava mal das pernas. Nos 4 confrontos diretos, o LEC apenas conseguiu um empate, 1-1, em casa. O Coxa aplicou dois 4-0 e um 3-1. O jornalista J. Mateus, em seu livro “Londrina Esporte Clube 4o anos”, conta que o Tubarão chamou um pai-de-santo para resolver o problema do clube, após uma das derrotas.

“Tem um espírito, de alguém que foi ligado ao clube que está complicando tudo”, disse o pai-de-santo. “É uma dívida que não foi paga. Tem que mandar ele pra outro endereço”.

A diretoria do Londrina marcou a sessão espírita. O então supervisor Murilo Zamboni acompanhou os trabalhos desde às oito da noite até a 1 da manhã.

“Pronto”, disse o pai-de-santo, “agora é só escolher pra quem mandar”. Zamboni sugeriu: “Mande pro Coritiba, que está ganhando tudo!”. O pai-de-santo concordou e começou o despacho rumo ao Alto da Glória.

O Coritiba seria campeão com 31 vitórias em 44 jogos. O Londrina, ao menos, acabaria em quarto lugar.
(adaptação do texto da página 59)

  • Retomada

Londrina e Coritiba retomaram a rivalidade no ano passado. No último grande momento do Tubarão, quem estava mal era o Coxa. Eram o início dos anos 90, o Coritiba amargava um rebaixamento não-concretizado (caiu, mas não jogou) para a Série C nacional em 1990 enquanto o Londrina chegaria ao 3o título estadual em 1992 e ainda seria vice em 93 e 94. Quem reinava era o Paraná.  De 1995 pra cá, o Coxa se reencontrou, mesmo com altos e baixos; foi a vez de o Londrina cair vertiginosamente. Em 1999, quase subiu para a Série A, eliminado pelo Gama-DF; depois, sumiu. Caiu de divisão no Brasileiro até perder a vaga fixa e passou até pela segundona paranaense.

Os encontros de 2012 foram polêmicos. Em Londrina, um empate em 1-1 e muita reclamação em cima de um lance de pênalti a favor do Tubarão não dado em Arthur, hoje no Coxa, pelo árbitro Leandro Hermes – o atacante derrubado, porém, estaria impedido. Em Curitiba, um gol olímpico (leia-se falha de Vanderlei) mal-anulado que rendeu até discussão nos diretórios acadêmicos de física (vídeo da TV Transamérica):

Na história, são 125 jogos: 59 vitórias do Coritiba, 35 do Londrina e 31 empates (incluindo os jogos antes da mudança no nome do Londrina).

Que beleza de camisa! #8: Londrina

"Ôoooo... o Tubarão voltôoo, o Tubarão voltôooo-ô!"

Terça-feira e o blog mantém a tradição: é dia de Que beleza de camisa! E o clube homenageado de hoje não poderia ser outro que não o Londrina, potência do norte do Paraná, que no último domingo recuperou em campo seu espaço entre os maiores clubes do Estado. Como estamos falando do Tubarão, dose dupla de beldades nas fotos: a @carolboadebola usa o modelo de 2009, último usado na elite, e a @kellypedrita usa o modelo de 2001, ano em que o Tubarão aplicou a maior goleada da Série B: 7-0 na Desportiva-ES.

Que beleza de camisa!

#8 Londrina Esporte Clube

Quem é? Um dos grandes do futebol paranaense, fundado em 05 de abril de 1956.

Já ganhou o que? Campeão Brasileiro da Série B (198o), 3x Campeão Paranaense (1962, 1981 e 1992) e 3x Campeão do Norte Paranaense (1957, 59 e 62).

Grande ídolo: Indiscutívelmente, o maior ídolo do Londrina em todos os tempos é o atacante Carlos Alberto Garcia, que defendeu o Tubarão na década de 70 e meados de 80, quando voltou ao Tubarão, após rápidas passagens por Vasco e Grêmio Maringá, e conquistou o Paranaense de 1981. O grande momento de Garcia com a camisa alviceleste foi em 1977, na campanha do 3o. lugar no Brasileiro daquele ano – a melhor entre os paranaenses até então. O time superou Corinthians-SP, Flamengo, Santos e Vasco e só parou no Atlético-MG de Reinaldo, que seria vice-campeão invicto. Nos anos 2000, Garcia foi presidente do LEC.

Apelidos: Tubarão, LEC.

Como anda? Acaba de retornar a elite do futebol paranaense, após dois anos disputando a Série Prata. É dirigido por Sérgio Malucelli, irmão do presidente do Atlético, Marcos Malucelli, primo do ex-presidente do Coritiba, Joel Malucelli, e ex-gestor do Iraty. Disputará em 15 dias o título da Série Prata, ou contra Toledo, ou contra o eterno rival, Grêmio Maringá. A promessa, no entanto, é a disputa do título estadual da elite, ganho pela última vez há 18 anos, segundo matéria do site LECMania. No link abaixo, você vê o gol que deu o acesso ao Londrina, na vitória contra o Nacional:

Curiosidades: Foi fundado a partir da criação do Nacional Atlético Clube, de Rolândia, cidade vizinha (curiosamente, o mesmo time com quem disputou o acesso este ano). A idéia dos irmãos Andrade (Luciano e Luiz) e de um grupo de 12 pessoas resultou no Londrina Futebol Clube, que logo se tornaria Londrina Futebol e Regatas; em 1969 juntou-se ao outro time da cidade, o Paraná Esporte Clube, anexando-o e adotando o nome Londrina Esporte Clube. Mas a melhor história está fora das quatro linhas, descrita no livro “Londrina Esporte Clube: 40 anos”, de J. Mateus, e reescrita por mim abaixo:

Em 1957, Londrina e Mandaguari disputaram o 1o. campeonato do norte, que disputava um campeonato diferente do Paranaense da chave sul – eram dois os campeões estaduais até 1959, quando os dois campeões passaram a se enfrentar. O jogo, em Mandaguari, foi disputado em um estádio acanhado, onde se cabia uma equipe de rádio. Houve um sorteio entre as rádios Londrina e Paiquerê – e deu Londrina, que mandou o narrador Augusto Reis para a cidade próxima de Maringá.

A Rádio Paiquerê, no entanto, tinha maior audiência e não iria ficar fora dessa. Decidiu-se que o narrador Willy Gonser iria “dublar” a narração, ou seja: ouviria o que Reis narraria e então repetiria no seu microfone.

O Londrina precisava da vitória para ser campeão. E vencia por 1 a 0 quando, aos 44 do segundo tempo, o juiz apitou pênalti para o Mandaguari. Os corações em Londrina palpitaram: era Felix Lescaño, craque do time rival, quem iria para a cobrança.

Willy Gonser escutava atentamente a descrição do momento feita por Augusto Reis. Mas uma tempestade em Londrina mudou os planos do narrador. A energia elétrica da região onde estava sediada a Rádio Londrina caiu – e todos os ouvintes passaram a ouvir a Paiquerê. Gonzer enrolou, descreveu confusão no gramado, fez o que pôde para ver se a luz da rádio concorrente voltava. Mas não tinha jeito. E já tinham se passado alguns minutos. Gonser decidiu “bater” o pênalti. E o fez:

– Correu pra bola Felix… bateu… GOOOOOOOOL… do Mandaguari…

Tristeza em Londrina.

O jogo acabou ali e o LEC era vice-campeão. Mas…

Eu e Willy Gonser, antes de Coritiba x Atlético-MG em 09 no Couto Pereira

…Lescaño, sem seguir a recomendação de Gonser, bateu para fora. O Londrina garantiu a vitória por 1-0 e ficou com o título do primeiro campeonato do Norte! Na madrugada, ao chegar de ônibus, a delegação alviceleste, embriagada de alegria, se decepcionou: nenhuma alma estava ali para comemorar o título. Ao contrário: muitos só acreditaram na conquista ao ver a taça!

Gonzer se mudou para BH e se tornou um dos maiores narradores esportivos do País.

O Londrina e o futebol paranaense: Time de grande tradição, três vezes campeão estadual, terceiro colocado entre os paranaenses no ranking da loteria “Timemania”, em que se aposta no clube do coração, coube ao Londrina o primeiro destaque do Estado no Brasileirão, desde que ele é assim conhecido (1971). Foi em 1977, quando chegou as semifinais após vencer o Vasco em São Januário, no jogo que é recorde de público do estádio (40.209 pessoas). Os gols estão nesse vídeo:

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