Shakira, bem-vinda a Curitiba!

Shakira no Largo não será mais montagem fotográfica

Shakira, que alegria te ver de volta! Isso porque nos meus sonhos já te vi várias vezes, mas dessa vez é pra valer. Tudo bem que você veio com o seu marido, mas eu também sou casado. E como não estou muito preocupado com o bem estar dele, vou te levar pra sair.

Ok, entre nós sabemos que você vai torcer mesmo pra Colômbia – que Espanha que nada! Mas é bom ficar de olhos abertos. Entre uma volta na Avenida Batel e outra na Cruz Machado, esse um que você escolheu pra viver pode se distrair. Nossas meninas são lindas, confesso. A Cruz Machado é a cruz que todo curitibano de bem carrega – como já dizia Paulo Leminski, esse atleticano incorrigível – e onde a perdição se torna salvação na calada da noite. Shakira, deixa disso. Você merece mais.

Merece o pedal no Passeio Publico, de mãos dadas. Deixe esse tal de futebol pra lá. Vamos até a Feira do Largo da Ordem, ouvir o Plá cantar seus versos desafinados enquanto comemos um pastel ou dois. Ou três submarinos, com o canequinho legitimamente roubado do Bar do Alemão. Podemos cantar umas no Cavalo Babão ou até no Hangar – e quem fecharia o palco para olhos assim, como os seus?

Vamos experimentar uma bela carne do onça e mataremos nossa ressaca do Tubão no Parque Barigui. Correremos o que der, entre uma capivara e outra. Deixa Piqué treinar com Xavi e Iniesta lá no frio do Caju, enquanto trocamos de estações quatro vezes por dia. Não prometo não tentar nada, afinal o Jacaré é manso, mas é um jacaré.

Podemos ver o jogo na Fun Fest na Pedreira – e vamos de ônibus, que já foi melhor, mas ainda é bom. Metro? Só a da Cruz Machado, onde começamos o passeio. Esquece isso de Shopping, de SoHo. Curitiba tem de bom mesmo é a vina, o costelão, o bolinho de carne no O’ Torto do Magrão, o pinhão, a mistura interior-capital, cabeça do mato em corpo de metrópole. Vamos nos divertir, naquele arrasta-pé do Brasileirinho, e esse negócio de Copa que dure 30 dias. E dá pra achar ruim?

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Seleção Brasileira tem duas datas definidas para jogos pré-Copa na Arena Grêmio e Curitiba ou Goiânia

Felipão quer repetir energia de 2002 ao se "despedir" em Porto Alegre

Que o Brasil fará outros dois amistosos após o jogo contra a África do Sul, antes do início da Copa, já não é novidade. O que falta agora é saber quem serão os adversários, pois as datas e ao menos um local estão definidos. Nos dias 4 e 7 de junho, a Seleção de Luiz Felipe Scolari jogará suas verdadeiras últimas partidas antes da estreia no Mundial.

Querendo repetir a vitoriosa rotina de 2002, quando levou os jogos decisivos contra Paraguai e Chile para o Sul do Brasil, vencendo e criando uma aura positiva. O jogo do dia 7, um sábado, possivelmente será na Arena do Grêmio; três dias antes, duas cidades disputam o privilégio de receber a Seleção: Curitiba e Goiânia

Como os estádios da Copa já estarão à dispoção da Fifa, o jogo em Curitiba deverá ser no Couto Pereira, casa do Coritiba, e não na Arena da Baixada. No entanto, como o estádio coxa-branca também está em obras, a CBF e a organização do evento têm como plano B o Estádio Serra Dourada, em Goiânia. 

Couto Pereira: se obras de ampliação terminarem a tempo, recebe a Seleção

Os adversários, ainda em período de definição, não serão nenhuma das 32 seleções classificadas para a Copa. Felipão já sinalizou que pretende pelo menos um grande adversário para os últimos testes. Entre os prováveis rivais, estão Suécia, Paraguai e Ucrânia.

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Ingleses escolhem Curitiba para democratizar Copa 2014

“As Copas normalmente são sobre os jogadores de elite do mundo mas o nosso objetivo é levar a Copa até aqueles que são esquecidos. Crianças de rua ou os menos afortunados que não podem ir aos jogos.”

A frase é de Craig Robson, parceiro de Michael Gardner, dois ingleses fanáticos por futebol – e pelo Newcastle United –  que escolheram Curitiba para um projeto social durante a Copa 2014, para ensinar inglês e até futebol a crianças carentes brasileiras. Será a terceira edição do projeto que começou em 2010 na África do Sul, passou pela Polônia (sede da Euro 2012) e chega ao Brasil sob o nome “Project Curitiba”.

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Democratizar o esporte e promover educação durante um ano no Brasil é o ideal de ambos, que ficarão como voluntários no País já a partir de janeiro de 2012. O trabalho será em comunidades carentes, habitualmente encrustadas em ambientes com alta criminalidade. Mas nem os protestos recentes quanto à política brasileira, com imagens de violência chegando ao exterior, chegam a inibir a realização do projeto.

“Na verdade, achamos o máximo ver os brasileiros mostrar algo positivo sobre o País. Não estamos assustados com a situação, achamos até que isso cria uma oportunidade positiva de mudança”, diz Gardner. “Quando ouvimos sobre desnutrição, falta de educação e em contrapartida os gastos para Olimpíadas e Copa do Mundo, talvez a gente se questione se esse dinheiro não poderia ser melhor gasto. Felizmente o Brasil pode realizar uma fantástica Copa e também mostrar que as pessoas se preocupam com a política”, completa.

E por que Curitiba, entre as tantas sedes? Fanáticos por futebol e pela seleção inglesa, Robson e Gardner sabem que terão pouca chance de ver o English Team na capital paranaense, que receberá apenas uma partida de cabeça de chave entre os quatro jogos que a Arena sediará. “Curitiba tem um ótimo sistema de transporte público, é uma cidade multicultural e achamos que será mais fácil manter um projeto lá do que em outros centros como Rio ou São Paulo. Além disso, o clima é mais familiar para a gente”, conta Robson, referindo-se ao frio – um susto previsto aos europeus que chegarem ao Brasil achando que só encontrarão altas temperaturas.

“Nós não vamos acompanhar a Inglaterra em outras cidades. Torcemos para que ela jogue em Curitiba, mas poderemos ver os jogos pela TV. Estaremos no Brasil para desenvolver um projeto, então ver os jogos nos estádios não é o mais importante. Talvez tenhamos sorte da Inglaterra jogar em Curitiba!”, torce Gardner. Atualmente, ambos realizam o “Brazil Day” em algumas escolas em Newcastle, cidade no norte da Inglaterra, um dia com atividades com futebol e cultura brasileira para crianças inglesas. Os dois já estão estudando português.

Sobre o futebol brasileiro, Robson e Gardner demonstram um bom conhecimento. “Conhecemos Santos, Gremio, Fluminense, muito porque grandes jogadores que nós crescemos assistindo saíram deles para os clubes europeus”, diz Robson, citando Ronaldinho, Ronaldo, Romario e Rivaldo. “Conhecemos também o Atlético, o Coritiba e o Paraná. Somos sempre perguntados para quem iremos torcer”, diz Gardner, “E certamente iremos a alguns jogos. O Atlético tem um ótimo time jovem e seus torcedores são únicos. O Coritiba tem o Alex, que nós conhecemos do Fenerbahçe e os torcedores têm sido ótimos com a gente. Chamamos eles de “exército verde”. Mas só iremos contar nossa torcida por aí (risos).”

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Abrindo o Jogo – Coluna no Jornal Metro Curitiba de 30/01/2013

Sub-26
A vitória do Paraná no Derby coloca o time na disputa do título do turno. Depois dos jogos contra Londrina e Coritiba, ambos na Vila Capanema, isso poderá ser concreto. Num campeonato curto como o Paranaense, o Paraná pode garantir um lugarzinho na decisão depois de quebrar um tabu de 5 anos sem vencer o Atlético. Se o Rubro-Negro usou um time S23, pouco importa; aliás, fazendo as contas, o do Paraná é “Sub-26”. Na conta, a melhor formação etária para uma disputa, equilibrando jovens como Alex Alves (20) e Luizinho (21) e experientes como Anderson (32) e Lucio Flávio (33).

Sub-23
Há confusão nas cobranças ao Atlético pela derrota. Primeiro, não há relação direta entre a (válida) tentativa do clube priorizar uma pré-temporada para o time principal e o relacionamento atual com a imprensa; uma coisa não afeta a outra. O time ser jovem também não é o maior problema – não vejo críticas quanto à imaturidade de jogadores como Neymar, Lucas e Oscar, todos abaixo dos 23 anos. O problema é a qualidade de alguns jogadores já testados no clube e que não correspondem. Citar nomes é injusto, pois não assisti nenhum dos três jogos da equipe. Mas não é preciso pensar muito ao ver a escalação que empatou com os fracos Rio Branco e Nacional e perdeu o Derby.

A frase
“Eles cumpriram bem o papel deles. Todas as pessoas que acompanham o nosso dia a dia sabem que é muito difícil transformar uma equipe de jovens num nível A,” do técnico Arthur Bernardes, que comando o Atlético no Estadual, reconhecendo presão após a derrota no Derby, e que pouca gente vê o trabalho dele no clube, em entrevista ao veículo institucional do clube, acessível pela internet.

Nada amistoso
A reestreia de Alex foi mágica para o coxa-branca e assim seria de qualquer jeito. Muitos veem o meia como um messias, alguém que vai projetar o Coritiba além fronteiras. Fora de campo isso já acontece – como trato abaixo. Em campo, porém, o time foi surpreendido pelo Colón, da Argentina. Não jogou bem contra o 10º. colocado do “Argentinão” 2012. Há o nervosismo da estreia, há a falta de ritmo e a catimba e jogo aguerrido dos argentinos, mas também há sinais de que as laterais seguem problemáticas e que dois jogadores precisam de uma chamada comportamental: Escudero e Rafinha. O último especialmente, pois dele se espera muito e terá grande concorrência para ser um dos 11 titulares durante o ano.

Yakinda: üye olunuz
Ou, em turco, “em breve, associe-se.” É o Coxa ensaiando aproveitar a imagem de Alex na Turquia, onde é ídolo de um dos clubes de maior torcida do País. Para se fazer uma comparação, é como se Zico, ídolo máximo do Flamengo, fosse turco. E lá se consume tudo que gira o meia.

Abrindo o Jogo – Coluna no Jornal Metro Curitiba de 16/01/2013

Quebra de paradigma

É boa, ao menos no papel, a ideia do Atlético deixar o time Sub-23 no Paranaense e se dedicar a uma pré-temporada maior – incluindo aí uma excursão à Espanha, para um torneio com equipes do Leste Europeu, entre elas o tradicional Dínamo de Kiev, daUcrânia, e o novo-rico Rubin Kazan, da Rússia. Tenho transmitido jogos do Russo e do Ucraniano e são times de nível médio no futebol europeu. O Dínamo chegou a jogar a Champions League nesta temporada e ambos agora estão na Liga Europa. Mas, mais que isso, é a chance de ficar 40 dias se preparando para um calendário inchado. Vale a tentativa. Se na prática funcionará, são outros quinhentos. Até porque a quebra de paradigma inclui a resistência (acompanhada da ignorância) de alguns sobre a ideia, os resultados em campo – que não se negue que derrotas do S23 no Estadual podem pressionar o clube – e a constatação prática de que o elenco principal, ainda sem grandes reforços (apenas o meia-atacante Maranhão) possa ter conquistas em 2013 apenas por uma pré-temporada bem feita.

Similar, não igual

No quesito reforços, não há dúvida: o Coritiba é o melhor time do Paraná nesse momento. Segue estratégia similar a do Atlético, ao avisar que iniciará o Paranaense com uma equipe reserva – ao contrário do rival, o Coxa não assume uma postura de time B, embora o seja. Similar não é igual: entrará antes no Paranaense e, principalmente, buscou peças de ótimo nível para um elenco razoável, que, com poucas mudanças nos últimos anos, fez história dentro e fora do Estado. Reina absoluto há três temporadas no Paraná e, não nos esqueçamos, é o atual bi-vice-campeão da Copa do Brasil. Para 2013, com Botinelli, Deivid e principalmente Alex, a expectativa é que o gostinho de “quase” se torne doce. O clube não esconde que a meta é um título nacional. Depois de duas na trave, ficou mais difícil, com os clubes da Libertadores retornando à Copa do Brasil. Em casa está mais fácil. Olhando o cenário atual, parece que o Coxa vai passear no Paranaense, que começa no final de semana.

Magia de volta

Lógico, não será bem assim. Quando a bola rolar, os favoritismos desaparecem até que os prognósticos se consolidem em resultados. Que não se despreze a volta do Paraná, talvez o clube que mais se importe com a conquista. A aposta tricolor é boa: manteve uma base e reforçou pontualmente. São jogadores rodados, como o atacante Reinaldo e o goleiro Marcos – este, ídolo da casa – que podem fazer a diferença num turno com o Coritiba a meio mastro e um Atlético ‘verde’ em campo. Sobre os jovens atleticanos, ressalte-se: o clube não abandona o campeonato, apenas adota nova estratégia. A força do Londrina, que monta elenco competitivo, com salários em dia, e tem camisa, o caldeirão do Operário em Ponta Grossa e os organizados Arapongas e Cianorte correm por fora. O Paranaense está sim inchado. Precisa ser dinamizado, precisa ser rentável. No Nordeste, os clubes se uniram e resgataram a Copa regional, que dará vaga na Copa Sulamericana. No Sul, cochilo e calendário inchado. Mas, ainda assim, quando a primeira bola balançar a rede do adversário, pode estar certo: tudo que se discute fora de campo dará lugar a um sorriso franco do torcedor. É a magia do futebol de volta: rivalidade, emoção, expectativa lá em cima. E ninguém quer perder, pode apostar nisso.

Abrindo o Jogo – Coluna de 09/01/2013 no Jornal Metro Curitiba

Feito para Alex

Nenhum outro time paranaense é melhor que o Coritiba hoje, antes da largada do Campeonato Paranaense 2013. Foi o único time na Série A 2012, se mantendo entre os grandes, ainda que com dificuldades. Muito por conta disso, foi buscar reforços. O principal, Alex. Revelado no próprio Coxa, vê no Estadual a grande chance de levantar a primeira taça com a camisa alviverde. Reeditará a dupla vitoriosa no Cruzeiro e no Fenerbahçe com Deivid, tem uma equipe competitiva e que, por ora, conta com o melhor elenco – que ainda deve receber o argentino Botinelli nas próximas horas. Depois do Coxa, o Paraná foi quem buscou mais peças. Destaque para o goleiro Marcos – muito embora não se saiba em que forma volta ao Tricolor, num ano em que luta para voltar a figurar entre os primeiros no Estado, após um trágico 2011 e um 2012 de reorganização. Londrina e Operário correm por fora, assim como os sempre competitivos Cianorte e Arapongas. E há a letargia do Atlético.

Ambições distintas

Para o Coritiba, a chance é reeditar um tetracampeonato, feito que o próprio clube conquistou nos anos 70 – igualando o Britânia nos idos de 1910 e o Paraná nos 90. O Atlético nunca passou de um tricampeonato, conquistado na fase dourada do clube, entre 2000 e 2002. O Furacão pode usar um time S23 no Estadual todo – fato ainda não confirmado. Há a filosofia de desprezar o campeonato local, que, convenhamos, está inchado e fazendo hora extra no calendário nacional. Não deve sumir – minha opinião – mas sim ser enxugado, o que é outra conversa. Enquanto isso não acontece, o Atlético, que não reforçou a equipe que ficou em 3º lugar na Série B nacional, perde a chance de entrosar o time para o que ele mesmo apregoa interessar: Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Fazer pré-temporada maior é uma ótima sacada (Coxa o fará durante parte do primeiro turno), mas ignorar a chance de testar uma equipe que precisa ser melhorada é perder tempo. Vendo as ambições da dupla, lembro o que o hoje técnico do Coritiba, Marquinhos Santos, me disse anos atrás, quando trocou a base do Rubro-Negro pela do Alviverde: “O Atlético forma pra vender, o Coritiba para ser campeão.”

Mudança comportamental

Falo (mais) um pouco de Copa 2014. Segundo o Instituto Ethos, Curitiba está entre as piores avaliações no quesito transparência na conduta do governo sobre o Mundial. A avaliação é estritamente do lado estatal da parceria, excluindo o Atlético de qualquer reprimenda (detalhes em napoalmeida.com). A nota baixa tem como origem, entre outras coisas, na ausência de uma ouvidoria municipal, falta de audiências públicas sobre o destino dos investimentos do PAC e de uma Sala de Transparência, exigida pela Lei de Acesso a Informação. A troca de Ducci por Gustavo Fruet e a saída de Luiz de Carvalho da Secretaria Municipal para a Copa podem significar um novo alento. É preciso que Curitiba desperte, não só para a Copa, mas para a Olimpíada 2016, preparando-se, mesmo tardiamente, para explorar os eventos. Receber delegações, incentivar produção local de artefatos, melhorar hotelaria, estabelecer programas educacionais para mão de obra local e melhorar a imagem do Mundial na cidade, que sequer tem um quiosque para venda de suvenires, é o mínimo que se espera do novo secretário. Quem se habilita? Feliz 2013 pra todos nós.

Prefeitura de Curitiba peca pela transparência na Copa, diz Ethos

A prefeitura de Curitiba cumpre apenas 15% das exigências éticas na condução da realização do Mundial 2014, de acordo com um estudo do Instituto Ethos. O resultado? Pouca ou nenhuma informação, rejeição de parte da população ao evento e quase zero de aproveitamento dos benefícios da Copa para a cidade – exceto, claro, o que o pacote do PAC obriga em equipamento urbano.

A avaliação do Ethos posicionou Curitiba como a quinta cidade no ranking entre as 12 sedes do Mundial no Brasil. O que poderia ser motivo de comemoração só atesta um problema geral: das 12 cidades, apenas Belo Horizonte e Porto Alegre apresentam índices considerados médios. Os números e a lista completa você pode conferir aqui. A capital do Paraná obteve preocupantes 15,24 pontos dos 100 possíveis. A nota é composta por 93 perguntas que avaliam o nível de transparência em duas dimensões: Informação e Participação.

“Os problemas principais de Curitiba são a falta de um portal que mostre todos os investimentos feitos para a Copa ou ao menos uma busca especializada sobre Copa no portal da transparência da cidade. Curitiba também foi muito mal ao não ter nenhum canal de participação da população. A prefeitura não realizou nenhuma audiência pública sobre as obras da Copa. E não tem ouvidoria”, afirma Pedro Malavolta, coordenador do Projeto Jogos Limpos do Ethos. Ele ressalta que a relação com o Atlético, parceiro da cidade e do Estado, não está nessa avaliação: “Não estamos avaliando a iniciativa privada, até porque pouco da Copa é privado – só os estádios. Avaliamos transparência em dois conjuntos principais: as informações disponíveis e os canais de participação.” No entanto, o Ethos deve divulgar estudos para a iniciativa privada, área em que também atua.

A falta de uma Sala de Transparência, com ouvidoria, depõe contra a Lei de Acesso à Informação Pública, em vigor desde maio deste ano. “Uma ouvidoria precisa de independência para garantir suas funções de receber reclamações dos cidadãos, investigar e cobrar do poder público. São atividades diferentes de um serviço de informação”, explicou Angélica Rocha, coordenadora de políticas públicas do Instituto Ethos e do Comitê Local do projeto Jogos Limpos de Curitiba.

Nesta semana, o prefeito recém-empossado Gustavo Fruet deve anunciar a troca do secretário municipal de assuntos para a Copa 2014, Luiz de Carvalho, que esteve no cargo na última gestão. Entre as tarefas do novo secretário, está a busca por credibilidade para o Mundial na cidade. Segundo o Ethos, existem duas ações imediatas que poderiam melhorar a nota da capital paranaense: implementar de uma ouvidoria geral e autônoma da cidade (além de Curitiba, apenas Porto Alegre e Recife não dispõe desse serviço entre as cidades-sede) e criar um site específico com informações sobre os investimentos na Copa ou criar uma identificador para os investimentos no site Curitiba Aberta.

Cinefoot chega a Curitiba

por Ana Claudia Cichon*

Depois do sucesso nas edições apresentadas, neste ano, no Rio de Janeiro e em São Paulo, chega a Curitiba o Cinefoot – Festival de Cinema de Futebol, o único festival de cinema do Brasil e da América Latina exclusivamente dedicado à exibição de filmes sobre o futebol.

A edição curitibana do Cinefoot acontece nesta sexta-feira (14) e sábado (15) na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco). A edição curitibana do Cinefoot será composta por 10 filmes de curta e longa metragem, sendo oito de curta-metragem e dois de longa-metragem. As sessões acontecem na sexta-feira, às 18h e 20h e no sábado, às 18h e 20h.

Um dos destaques é o longa Amadores do Futebol, dirigido por Eduardo Baggio, que retrata o universo do futebol amador disputado no Paraná,

As partidas mostradas no documentário servem de pano de fundo para o universo das pessoas envolvidas com o esporte, a vida dos jogadores e torcedores, e a rivalidade entre bairros e até entre cidades.

Confira um trechinho de um dos filmes, Amadores de Futebol:

Veja a programação do Cinefoot em Curitiba:

CINEFOOT ESPECIAL PARANÁ 2012 – PROGRAMAÇÃO

SEXTA 14/12

SESSÃO 1

14/12/12

SEXTA 16h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 59 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO TEMPO DIRETOR
O Primeiro João

RJ

Curta- Animação 7 min André Castelão
Ernesto no País do Futebol

SP

Curta-Metragem 14 min André Queiroz, Thaís Bologna
Gaúchos Canarinhos

RS

Curta-Metragem 15 min Rene Goya Filho
Zimbu

SP

Curta-Animação 3 min Marcos Strassburger Souza
Mauro Shampoo

RJ

Curta-Metragem 20 min Paulo Fontenelle e Leonardo Cunha Lima
SESSÃO 2

14/12/12

SEXTA 18h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 59 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO TEMPO DIRETOR
O Primeiro João

RJ

Curta- Animação 7 min André Castelão
Ernesto no País do Futebol

SP

Curta-Metragem 14 min André Queiroz, Thaís Bologna
Gaúchos Canarinhos

RS

Curta-Metragem 15 min Rene Goya Filho
Zimbú

SP

Curta-Animação 3 min Marcos Strassburger Souza
Mauro Shampoo

RJ

Curta-Metragem 20 min Paulo Fontenelle e Leonardo Cunha Lima
SINOPSE FILME: O Primeiro João
Garrincha revela a origem do apelido “João” que ele dava a todos os seus marcadores em campo. Verdade? Ninguém sabe.
SINOPSE FILME: Ernesto no País do Futebol
Em ano da Copa do mundo, o que poderia ser pior para um garoto argentino morar no Brasil?
SINOPSE FILME: Gaúchos Canarinhos
Um homem que criou um país. O documentário conta a história de um criador e de sua maior criação. Uma criação que deu identidade a uma nação. Estamos falando da camisa amarela da seleção brasileira de futebol, criada pelo gaúcho Aldyr Schlee.
SINOPSE FILME: Zimbu
Uma bola de futebol aparece em uma tribo africana, isolada do mundo. Ela chega até os pés de um guerreiro africano, que descobre a magia do futebol.
SINOPSE FILME: Mauro Shampoo
Mauro Shampoo, cabeleireiro, ex-jogador de futebol, ficou famoso por jogar no Íbis Esporte Clube conhecido como o pior time de futebol do mundo.
SESSÃO 3

14/12/12

SEXTA 20h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 115 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO

TEMPO

DIRETOR

Juventus Rumo a Tóquio

SP

Curta-Metragem

15 min

Andréa Kurachi, Helena Tahira, Rogério Zagallo
BAHÊA Minha vida – O Filme

BA

Longa-Metragem

100 min

Marcio Cavalcante
SINOPSE FILME: Mauro Shampoo
Uma crônica quase sem palavras sobre um jogo histórico de futebol na vida do Juventus, contada pelas reações de seus torcedores. A empolgação das torcidas organizadas, a tensão da velha guarda e o engajamento dos juventinos mirins.
SINOPSE FILME: BAHÊA Minha vida – O Filme
Filme sobre a paixão da torcida, sobre sonhos e vida, muita vida, expressa em alegrias e lágrimas, em gritos e silêncios, em desencantos e euforias. Uma verdadeira homenagem à nação tricolor. A grande questão é o porquê de tanto amor. Existe explicação?

SÁBADO 15/12

SESSÃO 1

15/12/12

SÁBADO 18h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 107 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO

TEMPO

DIRETOR

Gaúchos Canarinhos

RS

Curta-Metragem

15 min

Rene Goya Filho
Vila das Torres 2014

PR

Curta-Metragem

14 min

Willian Coutinho Duarte, Marta Pego dos Santos, Lúcia Pego, Bruno Mancuso
Amadores de Futebol

PR

Longa-Metragem

78 min

Eduardo Baggio
SINOPSE FILME: Gaúchos Canarinhos
Um homem que criou um país. O documentário conta a história de um criador e de sua maior criação. Uma criação que deu identidade a uma nação. Estamos falando da camisa amarela da seleção brasileira de futebol, criada pelo gaúcho Aldyr Schlee.
SINOPSE FILME: Vila das Torres 2014
Um bate-bola bem humorado em torno do megaevento midiático, a “Copa do Mundo de Futebol de 2014”, visto a partir do ponto de vista de moradores da Vila das Torres, uma comunidade carente situada na região central de Curitiba.
SINOPSE FILME: Amadores de Futebol
O longa Amadores do Futebol é um documentário dedicado ao futebol amador do Paraná. O recorte no estado do Paraná é, na verdade, a forma de mostrar um fenômeno que é muito mais amplo e que se estende por todo o Brasil, a paixão pelo futebol exercida com seriedade e dedicação por atletas amadores.
SESSÃO 2

15/12/12

SÁBADO 20h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 103 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO

TEMPO

DIRETOR

O Primeiro João

RJ

Curta-Animação

7 min

André Castelão
Santos, 100 Anos de Futebol Arte

SP

Longa-Metragem

96 min

Lina Chamie
SINOPSE FILME: O Primeiro João
Garrincha revela a origem do apelido “João” que ele dava a todos os seus marcadores em campo. Verdade? Ninguém sabe.
SINOPSE FILME: Santos, 100 Anos de Futebol Arte
A história do primeiro time brasileiro a ser bicampeão mundial, o Santos F. C., da fundação à era Pelé e ao futebol irreverente de Neymar, narrada pelo viés emocional e humanista de torcedores, jogadores, historiadores, inserindo o futebol tanto no contexto cultural do país como no espaço íntimo e pessoal de cada um.
  • Outros eventos:

Além do Cinefoot, outros dois eventos estão a disposição dos desportistas nesse final de semana.

O grupo de corridas de rua CoxaRunners realiza evento beneficente neste domingo, 16.

Percurso: 10 e 5 km Horário: 8:00 saída 10 Km / 8:30 saída 5 km Local: Saindo, passando nos 5 km e chegando no Couto Água: Saída, 5km e na chegada Frutas: Chegada Inscrição: brinquedo ou roupa (usado/a ou novo/a); alimento não perecível – Doação voluntária e não obrigatória para participação. Clique aqui para saber mais (via Facebook).

Já a torcida virtual do Paraná Clube, Paranautas, realiza nesta sexta, 14, uma grande festa de fim de ano, comemorando os 20 anos do primeiro título nacional do clube, a Série B de 1992. Para mais informações, clique aqui.

*Ana Claudia Cichon é jornalista e colaboradora do blog.

Suburbana: Iguaçu leva final para Super-Decisão

Time de Santa Felicidade reverte vantagem do Bairro Alto e taça vai à jogo na casa do rival Trieste

 

por Ana Claudia Cichon*

A atmosfera estava diferente no Estádio Egídio Pietrobelli no último sábado (01). Horas antes do início da partida, já era possível perceber que o dia era especial. Na área social do clube da casa, jogadores, comissão técnica e torcedores do Iguaçu aproveitavam um belo churrasco, tentando tirar o foco da pressão que enfrentariam em instantes. O semblante demonstrava animação e confiança, mas era impossível esconder o nervosismo. Final é final. E precisando de um resultado positivo para não somar mais um ano sem títulos na Suburbana, o frio na barriga aumenta ainda mais.

A movimentação de imprensa também refletia a importância do jogo. Digna de final de campeonato. As equipes de rádio e TV buscavam espaço onde era possível. A mesa do delegado da FPF se transformou em uma segunda cabine de imprensa, alguns suportes foram improvisados para as câmeras e os fotógrafos se espalharam pelo campo.

E final é final. Até na preliminar. Pela categoria Juniores do Amador da Capital, foi realizada a primeira partida da decisão. Uberlândia 4-3 Caxias. Um bom aperitivo para o público, que compareceu em peso ao estádio. Até jogadores e dirigentes do Iguaçu se surpreenderam com a presença da torcida, que acabou rapidinho com o pão com bife do Pelé enquanto acompanhou um jogo cheio de emoção.

  • O jogo

O Bairro Alto entrou em campo precisando apenas de um empate para comemorar o bicampeonato. Mesmo sem um dos seus principais jogadores – Massai, suspenso pelo terceiro amarelo – a equipe começou bem, e logo aos 14 minutos aumentou a vantagem pelo título. Depois de bonita jogada de Edmílson pela esquerda, Marcelo Tamandaré completou pro fundo das redes.

O gol foi um balde de água fria para o Iguaçu. Sem conseguir criar boas jogadas, o time parou na boa marcação do Bairro Alto. O jogo ficou truncado, mas sem muita emoção. Parecia que o time da casa tinha aceitado o resultado.

Na volta o intervalo, Juninho fez duas alterações. Três, na verdade. Guilherme e Nilvano, que durante todo o campeonato foram titulares e começaram a decisão no banco entraram nos lugares de Ricardo e Émerson, respectivamente. Estas foram as mudanças técnicas. A outra foi no brio dos jogadores.

A chuva que caiu no intervalo parece ter trazido dose extra de emoção. Logo aos cinco minutos Luisinho Netto acertou a trave, mostrando que a equipe da colônia italiana não entregaria o troféu tão fácil assim. Aos 25 minutos, o lance decisivo. Hideo acertou bonito chute e empatou a partida. “Foi no momento certo”, comentou animado o auxiliar do Iguaçu, Luisinho.

O Bairro Alto, que já ouvia sua torcida gritar “É campeão”, ainda estava na vantagem, afinal o empate garantia o título. Mas sabia que não poderia facilitar. Em contra-ataques, tentava chegar ao gol, mas a tarefa não estava assim tão fácil. O Iguaçu seguiu pressionando, contando com o apoio dos torcedores. Aos 30 minutos Luisinho Netto fez boa jogada pela direita, mas o goleiro Roberson fez excelente defesa, impedindo a virada. Sete minutos depois, o mesmo Luisinho Netto teve outra grande oportunidade, em cobrança de falta. A bola bateu na barreira.

No rebote, porém, Luisinho enxergou Guilherme entrando livre pela direita. O atacante cruzou a bola, que encontrou Laércio. Como bom atacante, ele não perdoou. Iguaçu 2-1. E lágrima nos olhos do treinador iguaçuano.

Enquanto um lado comemorava, o outro reclamava. Jogadores do Bairro Alto foram para cima do bandeirinha, alegando que um jogador do Iguaçu estava impedido e atrapalhou a marcação. Na confusão, cartão vermelho para o técnico Bananinha.

A partir daí, ‘bola pro mato que o jogo é de campeonato’. O jogo ganhou contornos dramático. O goleiro Vilson fez duas boas defesas, Orlei foi expulso e o Iguaçu ainda fez mais um gol, desta vez anulado pelo bandeira. Ao apito final, festa da equipe de Santa Felicidade, que conseguiu virar a partida, evitando o título do Bairro Alto.

A decisão fica agora para o próximo sábado (08), no campo do Trieste. Em caso de empate, prorrogação e, se necessário, pênaltis. O jogo promete. Se você acompanha o futebol amador, não deixe de prestigiar. Se você ainda não conhece, aproveite a oportunidade de ver o futebol verdade de perto. Não tem nem a desculpa do Brasileirão…

Iguaçu: Vilson, Clé, Flávio, Luciano, Émerson (Nilvano), Luisinho Netto, Douglas, Ricardo (Guilherme), Hideo, Laércio e Marlon (Jé). Técnico: Juninho

Bairro Alto: Roberson, George, Rogério Correa, Luciano, Flamarion, Juninho, Zé Nunes, Orlei, Marcelo Tamandaré, Cainho (Fábio) e Edmílson (João Paulo). Técnico: Bananinha

*Ana Claudia Cichon é jornalista e falou sério: você deve mesmo ir à decisão na casa do Trieste, para matar a saudade do futebol-verdade, cerveja no estádio e pão com bife.

Suburbana: Iguaçu perde invencibilidade para cria da casa

Ah, o futebol. Traiçoeiro como uma cobra, nos pega de surpresa em qualquer ambiente, seja na Champions League, seja na Suburbana. Azar do Iguaçu, que viu um jogador criado em casa, agora atuando no Novo Mundo, acabar com a invencibilidade do time no campeonato.

 

por Ana Claudia Cichon*

Enquanto assinava a súmula, antes do início da partida, o camisa 19 do Novo Mundo virou para o diretor de futebol do Iguaçu, Jadir Setti, e comentou: “Já joguei pelo Iguaçu, quanto eu tinha uns 15, 16 anos. É um clube muito bem estruturado, gostoso de jogar”. O dirigente, é claro, ficou contente em ouvir e sorriu, agradecido. Só não imaginava o desfecho do jogo…

O volante Jhony, que há onze anos vestia a camisa alvinegra, trocou o preto pelo vermelho e agora defende o alvirrubro, inclusive honrando a tarja de capitão da equipe do Novo Mundo. Com passagens também pelo Uberlândia, conta que ficou longe do futebol amador por algum tempo, mas já soma cinco anos nos campos de várzea e afirma: “Aqui no futebol amador somos uma família”.

Com 27 anos, Jhony comanda o Novo Mundo ao lado dos habilidosos Fernando e Natan (responsável pelo gol que abriu o placar da partida, após bonita tabela com Juliano) e garante que, mesmo recebendo valores irrisórios quando comparado com o futebol profissional – ou mesmo com o que alguns medalhões têm recebido no amador – a Suburbana tem um diferencial muito importante, que compensa todas as outras situações. “O churrasco e a cervejinha entre amigos depois do jogo não têm preço”.

  • O jogo

Com a equipe de Santa Felicidade liderando o grupo B com folga e o Novo Mundo em último, somando apenas um ponto, esperava-se uma superioridade do Iguaçu, mas não foi isso que se viu nos gramados da Arena Vermelha. A equipe alvinegra estava perdida em campo, errando muitos passes, e parando na boa marcação do mandante. O primeiro tempo acabou com vitória parcial do Novo Mundo, após gol anotado por Natan, aos 34 minutos.

Marcação dura e o tradicional “Não fiz nada, psôr” no flagra (Fotos e vídeo: Ana Cichon)

Buscando manter a invencibilidade nesta segunda fase, o Iguaçu voltou do intervalo mais ligado e com duas alterações: Murilo deu lugar a João Madureira e Jé entrou na vaga de Ricardo. E parecia que a estrela do técnico Juninho estava brilhando neste sábado com tempo indefinido na capital paranaense: logo aos cinco minutos Jé deixou tudo igual. O jogo ficou mais aberto e as duas equipes tiveram boas chances, mas aos 32 Jhony esqueceu os bons tempos vividos com a camisa alvinegra e marcou o gol da vitória do Novo Mundo, que agora está em terceiro no grupo B, com quatro pontos, e ainda segue vivo na luta pela classificação às semifinais.

Confira aqui a entrevista que com o volante:

Novo Mundo: Fábio, Thiago (Clodoaldo), Alex, Biro, Cléverson, Jhony, Ferro (Bruninho), Evandro, Fernando (Nene), Natan e Juliano. Técnico: Leandro Chibior

Iguaçu: Leandro, Clé (Fábio), Flávio, Luciano, Merci, Luisinho Netto, Douglas, Hideo, Marlon, Ricardo (Jé) e Murilo (João Madureira). Técnico: Juninho

  • Resultados da rodada

Novo Mundo 2×1 Iguaçu
Bairro Alto 2×1 Trieste
Nova Orleans 3×4 Santa Quitéria
Urano 1×1 Combate Barreirinha

  • E, finalmente, o pão com bife

Depois de três rodadas e nada da avaliação do melhor pão com bife da Suburbana, hoje temos a análise do primeiro concorrente. No estádio Orlando Rinoldin o sanduiche mais famoso do amador custa R$3,50 e é digno de uma nota 9. O pão é fresquinho e bem crocante. No recheio, bastante carne, muito bem temperada. Só não leva a nota máxima por não estar tão macia como eu gostaria. Mas vale a pena provar!

*Ana Claudia Cichon é jornalista, gosta de pão com bife, Suburbana e futebol-verdade.